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domingo, 31 de janeiro de 2010

Em resposta...

Como resposta (que não quero que tome como ataque mas somente como explicação do meu ponto de vista) ao comentário (que aprecio e agradeço) do senhor (ou senhora) anónimo/a no meu post sobre o final do 1º ano de governação do gabinete democrata liderado pelo Presidente Barack Obama:

Caro Anónimo,

Gostaria primeiro de lhe pedir que não falasse da questão como sendo simples, visto que não o é.

É que, sabe, não aceito como verdadeira a visão maniqueísta de bem vs mal visto que nem a oposição está totalmente errada, nem o Sr.Obama totalmente correcto.

As mudanças que o Sr.Obama propõe são, com honrosa excepção para a que mencionou (sistema de saúde), mais do mesmo. Mais tropas para o Afeganistão, mais dinheiro atirado para companhias corruptas e obsoletas ( ou "corporate handouts" como lhe chamam, embora eu prefira chamar-lhes "safar o rabo aos culpados"), mais dinheiro do budget norte-americano alocado para as forças militares, mais apoio (ou pelo menos um firme suporte não-verbal) para Israel (e a sua insidiosa decisão de construir o novo muro, entre outras). Enfim, mais do mesmo.

Como disse, recuso-me a ver as coisas de uma forma maniqueísta, e como tal reconheço vontade (essa sim, pelo menos isso) de alterar algumas políticas, entre as quais coloco, mais uma vez, o afamado sistema nacional de saúde, assim como uma alteração no tom diplomático. Mas repare: não seria já insustentável, aos olhos dos restantes povos, a posição unilateral que os Estados Unidos têm vindo a tomar nos últimos anos? Até que ponto seria possível manterem o curso que tomavam?

A mudança não foi "pretendida" ou "vitoriosa", como tantos anunciaram. Ela foi, afinal, o único caminho possível para uma nação que se arriscava a ser a nação mais odiada à face da terra (e desculpe-me se este facto é demasiado vago ou não suportado por provas), muito por culpa de uma política de intervencionismo e arrogância que tem vindo a desempenhar desde o final da 2ª guerra mundial. Economicamente ultrapassada pelos parceiros asiáticos, aos quais está astronomicamente endividada (os Estados Unidos são neste momento os maiores credores do mundo em termos de capital bruto), ideologicamente enfraquecida devido à crise económica (uma vez que o sistema capitalista é o modelo que sempre apoiou e do qual foi "paladina" indiscutivel), e diplomaticamente em pedaços pelo backlash gigantesco de que tem sido alvo, a nação Estado Unidense e a sua elite de personalidades hipócritas e corruptas não tiveram forma de seguir com a sua agenda de hegemonia.

Surge agora o "Yes we can!". Posso ser palerma e teimoso (e admito que o sou, na maioria das vezes), mas estou ciente de que a mudança, quando proclamada e aclamada, esconde uma vontade enorme de não mudar absolutamente nada.

Eu digo: pois que venha então a mudança! O meu caro Anónimo é que não me poderá levar a mal se eu aguardar por ela sentado, está bem?

Homem da Faina Out

All in due time...

Fases do processo:

Separação - Rejeição - Discussão - Indignação - Supressão - Omissão - Confusão - Aceitação - Reestruturação - Superação...

Reboot. Start Again.

Homem da Faina Out

domingo, 24 de janeiro de 2010

Lesson of the week...

"Keep your friends close, but your enemies closer. And dont forget to leave your exs way way behind."

Homem da Faina Out

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

One year of "change"...

Um ano de Obama na Casa Branca. Ainda não vi nada. Onde está essa tão aclamada "mudança"? Como eu disse logo ao início (e fui acusado de ser pessimista): Dont Believe The Hype.

Todos o mesmo. Poder corrompe. Poder Absoluto corrompe absolutamente. Vivam os grupos de pressão, vivam os lobbyistas, vivam as sanguessugas e os "power brokers". Change we can believe in my ass. A única coisa que vi mudar até agora foi a cor (tanto politica como de pele) do tipo que lá está.

E em caso de dúvidas, estou-me totalmente nas tintas para parecer politicamente correcto ou racista. Não sou nenhuma das duas e limito-me a constatar factos.

Homem da Faina Out

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Sweet dispositions...

I sometimes wonder if I am ever going to be different from what I am right now. Granted, people do change with time, but certain aspects of their personalities are never changing, and it seems as though the people we are affects the things that happen to us.

I always thought of myself as someone who needs, more than anything, to be in a relationship. A caring, trusting, loving relation. When I am with someone I feel whole, complete, with a purpose. Left alone for too long and I tend to drift into boredom and loneliness.

So I have come to the decision of setting a challenge for myself. I realize that one does not make a decision to be alone meaninglessly. The thing is I have done so and I stick by it for it seems the rational thing to do at the moment.

If destiny wills it so I will be alone for some time to come, for I have come to the notion that I really need to be alone with myself in order to find meaning in places elsewhere. Meaning beyond the bonds of love, mutual reassurance and reciprocal feelings. I must find the meaning of self-realization and self-love, for they are the key to my future self.

God willing, I will be able to do so without once again falling in love, without feeling the urge to make a special someone mine. Right now, the only "special person" I need is right here with me. And he is starting to cherish the thought of being perfectly, and solely, happily alone.

Homem da Faina Out

After Summer...

"There is always Autumn..."

In 500 Days of Summer.

Homem da Faina Out