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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Forgive me...

Peço desculpa a quem se sentir indignado pelo que vou dizer, mas é algo que me está aqui a dar uma pontada na garganta e tem que sair a jeito de bitaite:

Oh Sr. Jardim, então e agora porque é que não continua a proclamar nas ruas a sua vontade de independência e vem pedir ajuda com uma mão atrás e outra à frente, exigindo mundos e fundos?

As minhas respeitosas condolências para todos aqueles que perderam alguém na tragédia madeirense, e as rápidas melhoras para todos os que ficaram feridos ou que perderam bens. Quanto ao "Sr. Presidente" só tenho isto a dizer: Pela boca morre o peixe filho da mãe! Gostas pouco de fazer parte de Portugal agora gostas. A ajuda da UE até te vai saber a pato!

Homem da Faina Out

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

honesty...

Não chorei por ti... chorei por nós.

Homem da Faina Out

Change is not always a good thing...

Abomino pessoas que se acham na posse de toda a razão e saber. São as primeiras a tentar sublimar o pensamento divergente, a alternativa viável, a vontade de inovar e o progresso. Mas abomino ainda mais os que pretendem a mudança pela mudança, sem olhar a meios, sem julgar diferentes alternativas ou os prós e contras dessa mudança que cegamente pretendem impor, como se a mudança paulatina fosse em si um defeito e não uma convergência de vontades.

Homem da Faina Out

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Saint Valentine, what a douche!

Este será provavelmente o meu melhor dia dos namorados dos ultimos 10 anos. Pelo primeira vez passo-o na companhia de alguém com quem tenho a certeza de passar o resto da minha vida: eu.

Homem da Faina Out

sábado, 13 de fevereiro de 2010

laugh it up...

I´ve got 99 problems...



but a bitch aint one.

Homem da Faina Out

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Truth of the facts...

se todas as palavras que digo ou escrevo fossem bem pensadas, seria uma pessoa muito mais calada. Mas também muito menos divertida.

Homem da Faina Out

Them Crooked Vultures - Bandoliers (With Lyrics)

Oh it's too late
I got hit by the closing door
And as I watch myself reflect,
On the wrong side of
My, you've changed,
You turned the corner I'll never go
I admit I feel a bit deceived
You're expecting I'd follow

Bandoliers
To fight me, dear
Nobody caused the rift,
We've just grown apart now
So,

Prepare, and take aim
Then fire
(X2)

(If that's the way it has to be)

I'm fooling myself,
Fooling myself into believing you
All these fictionary tales,
You're telling yourself
Selfish, like a child that's never heard of no
I watched him everchanging you,
Never find us

Bandoliers
To fight you, dear
Nobody caused the rift,
Can't become what I'm not
You've always my heart,
So if it must be broken

Prepare, and take aim,
Then fire
(X4)

Fire away...
If you must, but I only came
Just to let you know: this is goodbye

Oh, Goodbye...

Prepare, and take aim,
Then fire
(X2)

'Cause no one can make me die
No one can make me fire.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Talkshow Supreme

Tive uma nova ideia para um talkshow. Tendo em conta que o meu apelido é Pena, acho que se poderia criar todo um novo conceito à volta disso. Como tal, o que acham deste nome para o programa: "Conversas que metem Pena"? O treino já o tenho, agora era só passar para formato televisivo.

Homem da Faina Out

Just defending the "minino"...

Depois do episódio Queiróz vs Baptista no aeroporto, parece-me que quem colocar "Interesse pelo pugilato" no seu Currículo tem muito melhores chances de ser seleccionador nacional. Primeiro o Socolari, agora o Carlos K.Os

Homem da Faina Out

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

I have this urge...

Tenho vontade de criar um grupo no facebook com o nome de "Aposto que consigo encontrar 10.000 pessoas que estão fartas de grupos Aposto que", mas o face não deixa porque o nome do grupo é longo demais...

Parece que vou ter que me ficar pela ideia. É sempre assim, sempre a cortar as pernas aos que tentam inovar.

Homem da Faina Out

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Sleepless nights...

Ultimamente as minhas noites de insónia deixaram de ser uma excepção para se tornarem a regra. Felizmente tenho conseguido com que o desempenho profissional não se ressinta, mas tem-se notado na minha disposição, nas respostas abruptas e na agressividade com que por vezes me dirijo aos que me são próximos. A todos os que se sentirem afectados, dos poucos que irão ler este post, as minhas sentidas desculpas.

Tenho-me sentido como uma coruja, de olhos bem abertos focando um ponto de luz intenso que tem tanto de apelativo como de inútil. Maldito computador, malditos cigarros. Algo que deve mudar, e que irá mudar em breve.

Olhando para o exterior vejo à minha volta pessoas que parecem ter tudo controlado, tudo bem definido. Vejo amigos a casar, a ter filhos, profissionalmente realizados ou pelo menos satisfeitos e a caminho de uma boa carreira, com carro, com casa, gente que se sabe divertir, que sabe medir palavras e actos.

Vejo felicidade, e com eles, por todos eles, fico feliz. Já vi muita tristeza à minha volta, já era hora de ver alegria e realização naqueles que me são mais próximos. Pergunto-me quantos deles estarão verdadeiramente felizes, quais não estarão senão a fingi-la. Espero que nenhuns. Desejo que a sua felicidade seja de longa duração, porque merecem-na. Uma verdade intemporal da minha vida é a de que todos os amigos que tenho a cada momento são os amigos que quero ter e não aqueles que tenho que ter. Uma pessoa pragmática diria: mas serão eles os que deves ter? Who cares? São aqueles que escolhi, todos eles por uma razão muito específica: são boas pessoas. Não me interessa o seu status, o seu dinheiro, as portas que me podem abrir ou as mulheres que me podem apresentar. Interessa-me que lhes possa confiar as mágoas e as felicidades, as histórias ridiculas e as de maior importância, os segredos e as pequenas coisas, os momentos de felicidade e os de tristeza.

Sempre fui muito selectivo nas amizades que mantenho, muito mais do que nos relacionamentos amorosos. Nas amizades, assim que me apercebo que a pessoa não é como pensava, o corte é tão limpo e cirúrgico quanto me é permitido sem causar dissabores ou situações desagradáveis. Nos (des)amores ensaio uma confusão de passos para diante e outros tantos de recuos, uma "dança da morte lenta" que é produto da minha enorme falta de auto-estima emocional. Outra coisa que terei que mudar no futuro, mas falar é mais fácil do que fazer, como já comprovei vezes e vezes sem conta. Bem vistas as coisas é ridiculo que assim seja, pelo número de pessoas e pelo tipo de relacionamentos que tive, que sempre que um não dê resultado parta automáticamente para a conclusão de que "não sou pessoa para ficar com alguém". Sou, e tenho que me convencer de duas coisas: ou as pessoas não eram as pessoas certas para mim e não mereciam/queriam o que eu queria dar, ou então pura e simplesmente não era a altura certa e nunca daria resultado.

Sei que voltarei a ter os meus momentos, ou assim o espero. Já os tive, é certo, mas quero mais e quero voltar a estar de bem com a vida. Não é o que queremos todos? Nesse aspecto sou como qualquer outra pessoa.

Sei que neste momento o que tenho, e é aquilo a que me tenho segurado com unhas e dentes, é um orgulho enorme na minha posição ética de vida, na pessoa que sou e na minha moralidade enquanto ser humano, assim como uma paixão enorme pela minha família e pelos meus amigos. O trabalho que tenho é, à falta de melhor termo e enquanto não vislumbrar uma alteração de paradigma, uma mera passagem.

Quanto a amores, situo-me num marasmo emocional tão grande que vastidão dos oceanos empalidece em comparação. Verdade seja dita também não quero sair dele por enquanto, por razões explicadas em vários posts deste blog e que poderia definir com um simples: "estou bem sozinho, por enquanto". Não coloco nada de parte, mas não estou à procura. Como aliás, e avaliando bem as coisas, nunca estive. Terei sempre interesses paralelos, alguém que me chama mais a atenção em dado momento (ou momentos), recordações e memórias passadas, mas não vivo para o próximo amor. Recuso-me a fazê-lo. Surgirá quando e como surgir, algo inesperado (porque sempre é) e refrescante. Mas para a próxima, - pegando nas palavras de um casal amigo, - será "o amor da minha vida, agora...". Adeus contos de fadas, adeus filmes de Hollywood, adeus visão utópica de duas pessoas poderem ser uma. Cinismo? Talvez. É como me sinto, porque tenho 26 anos e preciso de definição na minha vida e não de sonhos.

Estou actualmente num processo complicado, que implica momentos de auto-conhecimento, contemplação, avaliação, definição de caminhos a seguir e fazer aquilo que raramente me dei ao trabalho de fazer: conhecer-me a mim mesmo, gostar do que descubro em mim. Até ao momento, todas as descobertas têm sido agradáveis. Deveria tê-lo feito há mais tempo, em vez de procurar aceitação e realização nos braços de outras pessoas.

Peço desculpa a quem tiver tido a coragem de ler este enorme testamento, no qual derramei tudo aquilo que me tem ocupado a mente nos últimos meses e que explica em parte o porquê de não ter actualizado este blog com mais frequência. Não me sentia capaz de escrever o que acabei de escrever e precisava de passar antes pelo processo catártico que agora vejo no fim. Espero que me traga a definição de que necessito, e espero também que isto seja - como dizem os Incubus - "just a phase".

Homem da Faina Out