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quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010

Them Crooked Vultures - Bandoliers (With Lyrics)

Oh it's too late
I got hit by the closing door
And as I watch myself reflect,
On the wrong side of
My, you've changed,
You turned the corner I'll never go
I admit I feel a bit deceived
You're expecting I'd follow

Bandoliers
To fight me, dear
Nobody caused the rift,
We've just grown apart now
So,

Prepare, and take aim
Then fire
(X2)

(If that's the way it has to be)

I'm fooling myself,
Fooling myself into believing you
All these fictionary tales,
You're telling yourself
Selfish, like a child that's never heard of no
I watched him everchanging you,
Never find us

Bandoliers
To fight you, dear
Nobody caused the rift,
Can't become what I'm not
You've always my heart,
So if it must be broken

Prepare, and take aim,
Then fire
(X4)

Fire away...
If you must, but I only came
Just to let you know: this is goodbye

Oh, Goodbye...

Prepare, and take aim,
Then fire
(X2)

'Cause no one can make me die
No one can make me fire.

domingo, 7 de Fevereiro de 2010

Talkshow Supreme

Tive uma nova ideia para um talkshow. Tendo em conta que o meu apelido é Pena, acho que se poderia criar todo um novo conceito à volta disso. Como tal, o que acham deste nome para o programa: "Conversas que metem Pena"? O treino já o tenho, agora era só passar para formato televisivo.

Homem da Faina Out

Just defending the "minino"...

Depois do episódio Queiróz vs Baptista no aeroporto, parece-me que quem colocar "Interesse pelo pugilato" no seu Currículo tem muito melhores chances de ser seleccionador nacional. Primeiro o Socolari, agora o Carlos K.Os

Homem da Faina Out

quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

I have this urge...

Tenho vontade de criar um grupo no facebook com o nome de "Aposto que consigo encontrar 10.000 pessoas que estão fartas de grupos Aposto que", mas o face não deixa porque o nome do grupo é longo demais...

Parece que vou ter que me ficar pela ideia. É sempre assim, sempre a cortar as pernas aos que tentam inovar.

Homem da Faina Out

segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010

Sleepless nights...

Ultimamente as minhas noites de insónia deixaram de ser uma excepção para se tornarem a regra. Felizmente tenho conseguido com que o desempenho profissional não se ressinta, mas tem-se notado na minha disposição, nas respostas abruptas e na agressividade com que por vezes me dirijo aos que me são próximos. A todos os que se sentirem afectados, dos poucos que irão ler este post, as minhas sentidas desculpas.

Tenho-me sentido como uma coruja, de olhos bem abertos focando um ponto de luz intenso que tem tanto de apelativo como de inútil. Maldito computador, malditos cigarros. Algo que deve mudar, e que irá mudar em breve.

Olhando para o exterior vejo à minha volta pessoas que parecem ter tudo controlado, tudo bem definido. Vejo amigos a casar, a ter filhos, profissionalmente realizados ou pelo menos satisfeitos e a caminho de uma boa carreira, com carro, com casa, gente que se sabe divertir, que sabe medir palavras e actos.

Vejo felicidade, e com eles, por todos eles, fico feliz. Já vi muita tristeza à minha volta, já era hora de ver alegria e realização naqueles que me são mais próximos. Pergunto-me quantos deles estarão verdadeiramente felizes, quais não estarão senão a fingi-la. Espero que nenhuns. Desejo que a sua felicidade seja de longa duração, porque merecem-na. Uma verdade intemporal da minha vida é a de que todos os amigos que tenho a cada momento são os amigos que quero ter e não aqueles que tenho que ter. Uma pessoa pragmática diria: mas serão eles os que deves ter? Who cares? São aqueles que escolhi, todos eles por uma razão muito específica: são boas pessoas. Não me interessa o seu status, o seu dinheiro, as portas que me podem abrir ou as mulheres que me podem apresentar. Interessa-me que lhes possa confiar as mágoas e as felicidades, as histórias ridiculas e as de maior importância, os segredos e as pequenas coisas, os momentos de felicidade e os de tristeza.

Sempre fui muito selectivo nas amizades que mantenho, muito mais do que nos relacionamentos amorosos. Nas amizades, assim que me apercebo que a pessoa não é como pensava, o corte é tão limpo e cirúrgico quanto me é permitido sem causar dissabores ou situações desagradáveis. Nos (des)amores ensaio uma confusão de passos para diante e outros tantos de recuos, uma "dança da morte lenta" que é produto da minha enorme falta de auto-estima emocional. Outra coisa que terei que mudar no futuro, mas falar é mais fácil do que fazer, como já comprovei vezes e vezes sem conta. Bem vistas as coisas é ridiculo que assim seja, pelo número de pessoas e pelo tipo de relacionamentos que tive, que sempre que um não dê resultado parta automáticamente para a conclusão de que "não sou pessoa para ficar com alguém". Sou, e tenho que me convencer de duas coisas: ou as pessoas não eram as pessoas certas para mim e não mereciam/queriam o que eu queria dar, ou então pura e simplesmente não era a altura certa e nunca daria resultado.

Sei que voltarei a ter os meus momentos, ou assim o espero. Já os tive, é certo, mas quero mais e quero voltar a estar de bem com a vida. Não é o que queremos todos? Nesse aspecto sou como qualquer outra pessoa.

Sei que neste momento o que tenho, e é aquilo a que me tenho segurado com unhas e dentes, é um orgulho enorme na minha posição ética de vida, na pessoa que sou e na minha moralidade enquanto ser humano, assim como uma paixão enorme pela minha família e pelos meus amigos. O trabalho que tenho é, à falta de melhor termo e enquanto não vislumbrar uma alteração de paradigma, uma mera passagem.

Quanto a amores, situo-me num marasmo emocional tão grande que vastidão dos oceanos empalidece em comparação. Verdade seja dita também não quero sair dele por enquanto, por razões explicadas em vários posts deste blog e que poderia definir com um simples: "estou bem sozinho, por enquanto". Não coloco nada de parte, mas não estou à procura. Como aliás, e avaliando bem as coisas, nunca estive. Terei sempre interesses paralelos, alguém que me chama mais a atenção em dado momento (ou momentos), recordações e memórias passadas, mas não vivo para o próximo amor. Recuso-me a fazê-lo. Surgirá quando e como surgir, algo inesperado (porque sempre é) e refrescante. Mas para a próxima, - pegando nas palavras de um casal amigo, - será "o amor da minha vida, agora...". Adeus contos de fadas, adeus filmes de Hollywood, adeus visão utópica de duas pessoas poderem ser uma. Cinismo? Talvez. É como me sinto, porque tenho 26 anos e preciso de definição na minha vida e não de sonhos.

Estou actualmente num processo complicado, que implica momentos de auto-conhecimento, contemplação, avaliação, definição de caminhos a seguir e fazer aquilo que raramente me dei ao trabalho de fazer: conhecer-me a mim mesmo, gostar do que descubro em mim. Até ao momento, todas as descobertas têm sido agradáveis. Deveria tê-lo feito há mais tempo, em vez de procurar aceitação e realização nos braços de outras pessoas.

Peço desculpa a quem tiver tido a coragem de ler este enorme testamento, no qual derramei tudo aquilo que me tem ocupado a mente nos últimos meses e que explica em parte o porquê de não ter actualizado este blog com mais frequência. Não me sentia capaz de escrever o que acabei de escrever e precisava de passar antes pelo processo catártico que agora vejo no fim. Espero que me traga a definição de que necessito, e espero também que isto seja - como dizem os Incubus - "just a phase".

Homem da Faina Out

domingo, 31 de Janeiro de 2010

Em resposta...

Como resposta (que não quero que tome como ataque mas somente como explicação do meu ponto de vista) ao comentário (que aprecio e agradeço) do senhor (ou senhora) anónimo/a no meu post sobre o final do 1º ano de governação do gabinete democrata liderado pelo Presidente Barack Obama:

Caro Anónimo,

Gostaria primeiro de lhe pedir que não falasse da questão como sendo simples, visto que não o é.

É que, sabe, não aceito como verdadeira a visão maniqueísta de bem vs mal visto que nem a oposição está totalmente errada, nem o Sr.Obama totalmente correcto.

As mudanças que o Sr.Obama propõe são, com honrosa excepção para a que mencionou (sistema de saúde), mais do mesmo. Mais tropas para o Afeganistão, mais dinheiro atirado para companhias corruptas e obsoletas ( ou "corporate handouts" como lhe chamam, embora eu prefira chamar-lhes "safar o rabo aos culpados"), mais dinheiro do budget norte-americano alocado para as forças militares, mais apoio (ou pelo menos um firme suporte não-verbal) para Israel (e a sua insidiosa decisão de construir o novo muro, entre outras). Enfim, mais do mesmo.

Como disse, recuso-me a ver as coisas de uma forma maniqueísta, e como tal reconheço vontade (essa sim, pelo menos isso) de alterar algumas políticas, entre as quais coloco, mais uma vez, o afamado sistema nacional de saúde, assim como uma alteração no tom diplomático. Mas repare: não seria já insustentável, aos olhos dos restantes povos, a posição unilateral que os Estados Unidos têm vindo a tomar nos últimos anos? Até que ponto seria possível manterem o curso que tomavam?

A mudança não foi "pretendida" ou "vitoriosa", como tantos anunciaram. Ela foi, afinal, o único caminho possível para uma nação que se arriscava a ser a nação mais odiada à face da terra (e desculpe-me se este facto é demasiado vago ou não suportado por provas), muito por culpa de uma política de intervencionismo e arrogância que tem vindo a desempenhar desde o final da 2ª guerra mundial. Economicamente ultrapassada pelos parceiros asiáticos, aos quais está astronomicamente endividada (os Estados Unidos são neste momento os maiores credores do mundo em termos de capital bruto), ideologicamente enfraquecida devido à crise económica (uma vez que o sistema capitalista é o modelo que sempre apoiou e do qual foi "paladina" indiscutivel), e diplomaticamente em pedaços pelo backlash gigantesco de que tem sido alvo, a nação Estado Unidense e a sua elite de personalidades hipócritas e corruptas não tiveram forma de seguir com a sua agenda de hegemonia.

Surge agora o "Yes we can!". Posso ser palerma e teimoso (e admito que o sou, na maioria das vezes), mas estou ciente de que a mudança, quando proclamada e aclamada, esconde uma vontade enorme de não mudar absolutamente nada.

Eu digo: pois que venha então a mudança! O meu caro Anónimo é que não me poderá levar a mal se eu aguardar por ela sentado, está bem?

Homem da Faina Out

All in due time...

Fases do processo:

Separação - Rejeição - Discussão - Indignação - Supressão - Omissão - Confusão - Aceitação - Reestruturação - Superação...

Reboot. Start Again.

Homem da Faina Out

domingo, 24 de Janeiro de 2010

Lesson of the week...

"Keep your friends close, but your enemies closer. And dont forget to leave your exs way way behind."

Homem da Faina Out

quinta-feira, 21 de Janeiro de 2010

One year of "change"...

Um ano de Obama na Casa Branca. Ainda não vi nada. Onde está essa tão aclamada "mudança"? Como eu disse logo ao início (e fui acusado de ser pessimista): Dont Believe The Hype.

Todos o mesmo. Poder corrompe. Poder Absoluto corrompe absolutamente. Vivam os grupos de pressão, vivam os lobbyistas, vivam as sanguessugas e os "power brokers". Change we can believe in my ass. A única coisa que vi mudar até agora foi a cor (tanto politica como de pele) do tipo que lá está.

E em caso de dúvidas, estou-me totalmente nas tintas para parecer politicamente correcto ou racista. Não sou nenhuma das duas e limito-me a constatar factos.

Homem da Faina Out

quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010

Sweet dispositions...

I sometimes wonder if I am ever going to be different from what I am right now. Granted, people do change with time, but certain aspects of their personalities are never changing, and it seems as though the people we are affects the things that happen to us.

I always thought of myself as someone who needs, more than anything, to be in a relationship. A caring, trusting, loving relation. When I am with someone I feel whole, complete, with a purpose. Left alone for too long and I tend to drift into boredom and loneliness.

So I have come to the decision of setting a challenge for myself. I realize that one does not make a decision to be alone meaninglessly. The thing is I have done so and I stick by it for it seems the rational thing to do at the moment.

If destiny wills it so I will be alone for some time to come, for I have come to the notion that I really need to be alone with myself in order to find meaning in places elsewhere. Meaning beyond the bonds of love, mutual reassurance and reciprocal feelings. I must find the meaning of self-realization and self-love, for they are the key to my future self.

God willing, I will be able to do so without once again falling in love, without feeling the urge to make a special someone mine. Right now, the only "special person" I need is right here with me. And he is starting to cherish the thought of being perfectly, and solely, happily alone.

Homem da Faina Out